Fotografias – do livro Método de Boas Maneiras, DeRose.

Tratando-se de fotografia em grupo, respeite a hierarquia, observe o seu devido lugar. Só vá para a frente ou para o centro se for convidado. Mesmo em família, é de bom tom respeitar essa norma.

No ambiente de trabalho, de família, de esporte, em qualquer lugar, ocuparão os lugares mais próximos da pessoa mais graduada os mais antigos e/ou os que tiverem cargos mais elevados. Os recém-chegados ou menos participantes deverão prosicionar-se proporcionalmente, de acordo com sua hierarquia. É muito mal visto o papagaio de pirata, aquele que nas fotos sempre aparece por sobre o ombro da pessoa mais importante, embora não tenha intimidade ou mérito para tanto.

Quando se tratar de fotografias individuais junto a um escritor, junto à uma pessoa pública ou importante, evidentemente, a regra acima fica sem efeito, pois só se encontram os dois. Nesse caso, chega a constituir demonstração de carinho solicitar uma foto lado a lado.

Ao tirar fotografias, lembre-se de que as pessoas mais fotogênicas assim o são porque têm expressão no rosto e no corpo. Isso se adquire como a educação. Não se acanhe, faça alguma expressão interessante para a câmera (depois volte ao normal…). Imagine alguma situação hilariante, pois o sorriso valoriza a imagem. Por outro lado, aquele sorriso de cera para fotografias não convence ninguém. Explore a expressão corporal, mas evite poses da moda, ou morrerá de vergonha quando olhar essa foto daqui a uns cinco anos. E, de preferência, peça que a fotografia seja tirada como instantânea, sem ninguém ficar posando lado a lado, como se fora time de futebol.

Onde se sentar em eventos

Nem muito na frente, nem muito atrás. Os assentos da frente costumam estar reservados para convidados especiais e/ou autoridades.

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O tempo – por Ana Thompson Flores

Um dia alguém dividiu o tempo. Uma vez era tudo uma coisa só: o dia que começava e terminava, começava e terminava e começava novamente e depois terminava. Me dei conta agora dessa monotonia mas isso é outro assunto. Voltando a divisão do tempo, então ficou decidido que o dia tem 24 horas e que uma hora tem 60 minutos. Foram criados os meses e definido que doze meses receberia o nome de ano. Salve quem dividiu as fatias desse bolo. O tempo foi cortado e todos nós recebemos o mesmo número de fatias. Honesto. Agora, o que cada um faz com as fatias que recebeu do bolo é outra história. Para mim, há muito o que ser feito, há tanto o que ser vivido. São inúmeras as possibilidades. Observe a palavra inúmeras e preencha-se de ideias. Comece a sonhar e faça planos. O google acabou de me atualizar sobre a população mundial: são 7 bilhões de pessoas. E quando eu penso nos corações incríveis que estão espalhados por aí, eu tenho vontade de encontrá-los. Quando penso nos talentos que estão por toda a parte, me entusiasmo em conhecê-los. Quero ouvir, quero ver, quero absorver um pouco da alma de cada paisagem e de cada pessoa. Quero retribuir tudo isso em dobro. Por onde eu passar quero deixar um rastro de felicidade. É assim que eu saboreio a fatia que me foi dada. A vida é uma delícia.

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Gourmet com receitas do Jamie Oliver – Cenouras assadas com cominho, tomilho e manteiga.

Aqui está a segunda receita de sucesso do gourmet feito na Rio Branco com receitas do Jamie Oliver. Esta receita é preparada com cenouras baby, mas sinta-se à vontade para usar as antigas cenouras grandes fatiadas em ângulo se você preferir.

Ingerdientes – para 4 pessoas:

500 g de cenouras baby, de preferência orgânicas, lavadas e inteiras.

1/2 colher de chá de sementes de cominho trituradas.

1 punhado de folhas frescas de tomilho.

4 pedaços de manteiga.

sal e pimenta-do-reino moída na hora.

Preaqueça o forno à temperatura de 220ºC. Corte cerca de 1 metro e 1/2 de papel-alumínio e dobre-o ao meio para aumentar a espessura. Coloque tudo, exceto os temperos, no centro do papel-alumínio. Levante as laterais e acrescente os temperos. Junte e amasse ou dobre as laterais do papel no alto para vedar bem. Cozinhe por 45 minutos no forno preaquecido ou até que as cenouras fiquem tenras. Se utilizar cenouras maiores que as cenouras baby, provavelmente será preciso mais tempo de cozimento.

Que tal preparar um almoço especial com esta receita? Bom apetite!

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Gourmet do Jamie Oliver – Feijão-fradinho com espinafre e vinagre balsâmico

No dia 21/4, nossa escola serviu um gourmet com receitas do Jamie Oliver, preparado pela Professora Naiana Alberti e pelo Instrutor Leonardo Pinho. Se você participou, sabe que os pratos estavam deliciosos e pode  repetir a dose em casa. Para quem perdeu este gourmet, copie a receita e surpreenda-se com o sabor deste prato.

Você pode servir este prato quente, sozinho, como acompanhamento, ou à temperatura ambiente como uma salada ou antepasto.

Ingredientes – porção para 4 pessoas:

340 g de feijão-fradinho deixado de molho durante a noite

2 dentes de alho picados

1 colher de sopa de manteiga sem sal

1 e 1/2 colher de sopa de azeite de oliva extravirgem

250 g de espinafre fresco picado grosseiramente

sal e pimenta-do-reino moída na hora

1 colher de sopa de vinagre balsâmico

Enxágue os feijões que ficaram de molho. Cubra-os com água, ponha para ferver e cozinhe em fogo brando por cerca de 1 hora, ou até ficarem tenros. Escorra. Frite o alho na manteiga e no azeite de oliva até dourar (levará apenas alguns segundos). Adicione os feijões-fradinho escorridos e o espinafre picado grosseiramente. Frite até o espinafre murchar (cerca de 1 minuto). Tempere e acrescente o vinagre balsâmico.

 

 

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Mil coisas e ainda ter tempo para as oliveiras – por Ana Thompson Flores

1000 lugares que você precisa conhecer antes de morrer. 1000 livros que você precisa ler antes de morrer. 1000 filmes que você precisa assistir antes de morrer. Chatinho isso, né? Acho interessante e até gentil a ideia de apresentar 1000 coisas incríveis a serem feitas antes do nosso último suspiro, não fosse a enxurrada desses livros que estão espalhados por aí. Tudo o que é excessivo se torna chato, até love. Você entra na livraria e é bombardeado por títulos sensacionalistas. Não há como fugir, nem tente, pois algum deles estará lhe esperando na próxima sessão. Viagens, música, gastronomia, cinema, pintura, fotografia, romance e por aí vai, nada escapa.
Eu gostaria do Guia de Milano - digo eu. Este estamos em falta mas a senhora não gostaria deste aqui que tem 1000 lugares que a senhora pode conhecer antes de morrer?! Olha só, são 1000 lugares (sorrisão)!! Veja…as Ilhas Canárias, as Missões, Budapeste, o sul da França…a senhora já conhece o sul da França?! Hmm, não, é que o que eu queria mesmo era conhecer Milano. Conhecer mesmo, sabe, no sentido mais genuíno da palavra. Quero conhecer profundamente como a palma da minha mão. Obrigada. E também obrigada por me lembrar que posso morrer a qualquer instante.

Eu quero conhecer o mundo, meus pés e minha cabeça têm a forma de um leque mas também tenho a tendência de dedicar o meu tempo a me aprofundar nos lugares e nas pessoas que já conheço. Gosto de conhecer o mundo daquela cidade. O mundo daquela pessoa. O mundo daquele bairro. Conhecer mais. Frequentar. Repassar. Andar devagar. Dormir e amanhecer. Descobrir.  Redescobrir. Compartilhar.  Até chegar ao ponto de andar de olhos fechados por uma cidade ou pelo universo de uma pessoa - isso se chama confiança.
Revejo os filmes que amo. Frequento as pessoas que amo. Retorno aos lugares que amo. Releio os livros que amo. Vou ouvir a mesma música que adoro ainda 1000 vezes antes de morrer. E ainda preciso de tempo para conhecer a Grécia de cabo a rabo. Plantar oliveiras, vê-las crescer e comer as azeitonas. Reler mais duas vezes o Tempo e o Vento. Pintar 1000 quadros e fazer 1000 fotos de Marrocos antes de morrer!

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Escolhas de uma vida – por Pedro Bial, extraído do site pensador.uol.com.br

A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: “Nós somos a soma das nossas decisões”.

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção,estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar “minha vida”.

Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.

As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços…

Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.

Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto.Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.

Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua…!

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O Poder de Ajudar – por DeRose

Temos dezenas de deputados, delegados,  advogados e magistrados. Temos amigos em muitas esferas influentes da sociedade: Rotary, Maçonaria, Governo, Exército, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal, médicos, psicólogos, todos pessoas do bem e que querem ajudar-nos a realizar nossos ideais edificantes de orientação para uma juventude sem drogas e para as obras sociais e filantrópicas. Todos querem nos ajudar.

Nós temos muito poder. Nós, coletivamente, temos dezenas de milhares de alunos, ex-alunos, leitores dos nossos livros (já mais de um milhão de exemplares vendidos), e alguns milhões de alunos à distância que estudam gratuitamente pela internet, pelos nossos CDs, DVDs e livros dos nossos instrutores. Contamos hoje com mais de 100 websites do Método DeRose coligados, em vários países.

Não é de se admirar que tenhamos tantos alunos à distância, já que o nosso site não vende nada e proporciona uma miríade de informações, free downloads dos nossos livros  MP3 de CDs com material didático e aulas práticas, endereços de milhares de instrutores da nossa linha e de outras correntes não ligadas a nós e muitos outros serviços de utilidade, tudo gratuito. Poderíamos estar ganhando um dinheirão, mas fazemos questão de que a nossa proposta não seja comercial.

Com uma legião tão expressiva de estudantes, colaboradores e simpatizantes, seria um pecado não mobilizar todo esse exército para ações sociais, humanitárias e ambientais, colaborando com a Defesa Civil, com o Rotary e com as demais entidades assistenciais e culturais.

Juntos, nós temos muito poder. Portanto, vamos usá-lo sempre construtivamente. Vamos usá-lo para melhor servir à Humanidade, ensinando à juventude um ideal de estilo de vida sem drogas, sem álcool e sem fumo e oferecendo-lhes uma formação profissional na nossa área. Com isso, certamente, vamos reduzir a criminalidade por causa das drogas, vamos diminuir os acidentes por causa do álcool e e vamos minimizar as enfermidades causadas pelo tabaco. Se só conseguíssemos isso com nossos alunos imediatos, já seria um belo trabalho social. Mas se os formarmos instrutores do Método, torná-los-emos replicadores da nossa filosofia de vida e poderemos multiplicar por cem ou por mil o número de pessoas que serão beneficiadas com o nosso trabalho.

Una-se a nós! Vamos trabalhar juntos pelo Bem.

Para ler o blog do DeRose acesse www.metododerose.org/blogdoderose.

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Meu tempo, minha vida – por Ana Thompson Flores

Não deixe o tempo passar. Não acelere as coisas. Respeite os ponteiros do relógio. Não chegue atrasado. Deixe que o tempo passe e se encarregue de algumas coisas. Não deixe nada para depois. Respeite os mais velhos, eles estão por aqui há mais tempo. Não tenha pressa. Não foque no passado jamais. Olhe nos olhos de quem você está conversando. Comemore os aniversários. Aceite a morte. Revele suas fotografias. Não corra. Durma bem. Saiba que o tempo é relativo e faça bom uso disso. Não roube o tempo dos outros. Não force nada. Observe e respeite o ritmo das coisas. Leia O Tempo e o Vento. Tempo e vida são exatamente a mesma coisa. Eles começam e terminam ao mesmo tempo.

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Aprenda a respirar. – por Naiana Alberti

De todas as funções do nosso corpo, a respiração é a mais essencial para a manutenção da vida. Podemos viver alguns dias sem comer ou beber nada, mas não viveremos mais que alguns minutos sem a respiração. Você já pensou nisso? Ou melhor, já pensou na sua respiração? Será que você a conhece a ponto de saber a melhor forma de aproveitá-la? A partir de agora, respire fundo e aprenda a respirar.

Respirar é o movimento de levar o ar para dentro e para fora dos pulmões, uma das atividades mais importantes de todo ser vivo. Esse movimento envolve duas cavidades do nosso corpo: a toráxica e a abdominal. Ambas são maleáveis e compostas por orgãos vitais.

Quando inspiramos, os órgãos abdominais sofrem um deslocamento, mudando o seu formato. Outras funções vitais também podem modificar esses órgãos, mudando até mesmo o volume deles, como é o caso da ingestão de líquidos e de alimentos. Se bebemos ou comemos demais, por exemplo, alguns órgãos abdominais se distendem. Quando isso ocorre acontece uma redução da cavidade toráxica. Por isso, sentimos dificuldade em respirar logo após uma refeição.

Mas afinal, como ocorre o processo respiratório? Através do volume e da pressão. Elas são inversamente proporcionais. Então, quando uma aumenta a outra diminui e vice-versa. O ar sempre se direciona para as regiões em que há menos pressão. A pressão interna do nosso corpo é, geralmente, muito menor do que a externa e isso faz com que o ar seja conduzido para dentro, aumentando assim o volume interno. Quando a cavidade toráxica
volta ao seu volume normal, o ar é expulso.

Perceba que apesar da sensação que temos ao inspirar, não estamos puxando ar para dentro dos pulmões. Pelo contrário, o ar é empurrado para dentro do corpo pela pressão atmosférica que está a nossa volta.

Entre essas duas cavidades existe um músculo chamado diafragma. Ele divide os órgãos toráxicos dos abdominais, possui o formato de uma cúpula e é considerado o principal músculo da respiração, ocupando uma parte extensa do corpo.

O diafragma é o responsável por distender o abdômen e também expandir a caixa toráxica. Geralmente, pensamos que o diafragma realiza apenas a respiração abdominal que muitos chamam de diafragmática. Mas o diafragma também se ocupa da respiração intercostal, que chamamos de respiração média.

A maioria das pessoas executa apenas a respiração alta, ou subclavicular, o que significa dizer que aproveita muito pouco da sua capacidade pulmonar, ou seja, realiza uma respiração curta e insuficiente. Nesse caso, o diafragma é pouco utilizado e, com isso, começa a perder mobilidade, de se estender e contrair-se. Assim como acontece com qualquer músculo que deixamos de utilizar ou de alongar.

Uma respiração completa compreende em inspirar, trazendo o ar primeiramente para a parte baixa dos pulmões, região abdominal, depois ocupando a região média e, por fim, preenchendo a região alta. A exalação terá o movimento inverso, de cima para baixo. Nesse processo, ao inspirar, o diafragma é estendido, projetando os órgãos do abdômen para fora, as costelas para os lados e os músculos acessórios da respiração movimentam o tórax para cima. Ao exalar, o tórax baixa, as costelas se aproximam e o abdômen é empurrado para dentro.

Uma respiração curta e instável gera uma porção de efeitos colaterais, sendo um dos mais comuns a falta de vitalidade. Isso porque o corpo é pouco oxigenado. O ar é o nosso principal alimento, não somente no sentido qualitativo, mas também no sentido quantitativo. Afinal, somos feitos de 65% de oxigênio. Será que aquele cansaço no final do dia não seria apenas a carência de uma respiração adequada ao longo do dia?

O oxigênio é o elemento principal das nossas células. Sem ele, a assimilação correta dos alimentos não poderia ser efetuada. A digestão é um processo complexo que depende do oxigênio. Se respiramos mal, digerimos mal. A respiração completa, além disso, pelo seu movimento diafragmático, gera um massageamento dos órgãos abdominais, movimentando-os, auxiliando o movimento peristáltico dos intestinos, eliminando toxinas, fortalecendo os músculos de sustentação dos órgãos.

O músculo do diafragma é um dos mais fortes e ativos que temos em nosso corpo, juntamente com o coração. Ele é considerado nosso segundo coração e é tão importante quando ele, pois o sistema circulatório e o sistema respiratório estão intimamente ligados, uma vez que é o sangue que transporta o oxigênio a todas as partes do corpo humano onde ele é necessário. Consequentemente, uma respiração insuficiente sobrecarrega o trabalho do coração. Portanto, quanto maior for a nossa capacidade pulmonar, melhor será o funcionamento do coração.

Além disso, a função respiratória é a única função vital que temos acesso, ou seja, apesar de ela acontecer involuntariamente, pode tornar-se voluntária. Através da respiração, conseguimos atuar em outras funções vitais do nosso corpo. Se não podemos atuar diretamente no estômago, nos intestinos, no fígado, no coração, chegaremos até esses órgãos através da nossa respiração.

Estados de stress, ansiedade e medo tensionam o diafragma e os músculos acessórios, impedindo uma respiração ampla. Ao travaramos contato com essas situações, devemos retomar uma respiração profunda, consciente e pausada para que o nosso estado emocional se estabilize e possamos analisar a situação com mais clareza de raciocínio. Afinal, quantas histórias você já ouviu de vestibulandos que tiveram um “branco” na hora da avaliação? Será que eles realmente não sabiam a matéria ou era apenas uma questão de instabilidade emocional?

Os estados emocionais expressam-se em nosso corpo através de um determinado padrão respiratório, mas também podemos modificar ou produzir determinadas emoções alterando o ritmo da respiração. Para tanto, é preciso conhecer as técnicas adequadas e treiná-las.

Observe como se comporta sua respiração quando você está com medo, ansioso, alegre ou tranquilo. Por isso, quando você executa técnicas respiratórias consegue alterar um estado emocional através da mudança que realiza em sua respiração. Uma exalação mais longa do que a inspiração, por exemplo, é ótimo para sedar o corpo, descontrair a musculatura e eliminar estados de tensão. Um respiração abdominal, forte e acelerada, consegue, em poucos segundos, aumentar a vitalidade gerando uma sensação de euforia e bem estar.

Por fim, da próxima vez que inspirar, lembre-se de que esta simples atividade pode alterar todo o funcionamento do seu organismo, potencializando-o e, a partir disso, modificando até mesmo estados emocionais e a sua capacidade intelectual.

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Você sabe quais são os oito axiomas? – texto escrito pelo Mestre DeRose

Estes axiomas são o fruto de muita experiência de vida. Eles foram elaborados pensando em você e para ajudá-lo a tornar sua vida mais fácil. Aceite-os como um presente. Reúna sua galera para desfrutá-los num grupo de debates ou de meditação.

1. Não acredite.

2. Dar segunda chance é dar uma segunda oportunidade para que a pessoa repita a mesma atitude.

3. Repassar sua incumbência a terceiros é uma forma quase infalível de a tarefa sair errada.

4. Deixar recado não funciona.

5. Fazer surpresa quase sempre resulta em desastre.

6. Tudo o que você disser chegará ao conhecimento da pessoa envolvida no comentário.

7. Nada é aquilo que parece ser.

8. Tudo é relativo.

Axioma temporário: E-mail não funciona (a menos que você telefone perguntando se o destinatário conseguiu abrir e ler o arquivo).

Axioma Número Zero (do Joris Marengo): O Mestre sempre tem razão.

Axioma Número Sete: Nada é aquilo que parece ser.

Em qualquer parte do mundo, as pessoas dizem que os franceses são grosseiros. No entanto, tirando os motoristas de táxi, todos sempre foram muito gentis comigo ao longo de 34 anos de viagens a Paris. E os motoristas de táxi eram paquistaneses, africanos, chineses e de outras nacionalidades.

Todos dizem que os parisienses não aceitam falar inglês, porém a minha experiência é oposta a essa fama. Sempre que falo com eles em francês sofrível, respondem-me espontaneamente em inglês, para me ajudar.

Nice tem fama de ser uma cidade de idosos aposentados, mas só vi gente jovem lá.

Os paulistas são acusados injustamente de não querer dar informação quando alguém pergunta como chegar a determinado lugar. Vivo em São Paulo desde 1983 e minha observação pessoal é a de que explicam tanto que é preciso interrompê-los para dizer que “obrigado, já entendi”. Certa vez, um motorista saiu do seu caminho para conduzir seu veículo na frente do meu a um lugar distante, a fim de me levar a um destino que eu não conseguia compreender como chegar lá!

Na Europa (na França, na Espanha e mesmo em Portugal) está decidido que os brasileiros não podem ser louros e de olhos claros como a Fernanda ou o Gabriel. Em Portugal, Fernanda entra em uma loja falando português e o empregado responde em inglês! Mesmo escutando o brasileirês ele não admite que ela esteja falando essa língua… Inclusive no nosso hotel, depois da terceira tentativa de falar português com o garçon lusitano ele parou de insistir no inglês e passou a falar espanhol com a Fée. Na França todos manifestam perplexidade ao conhecer algum brasileiro do Sul do Brasil (de ascendência alemã, austríaca, polonesa, russa, italiana do norte), e expressam que essa pessoa “não tem aparência de brasileiro”.

Portanto, quando disserem que uma cidade, ou país, ou empresa, ou pessoa é assim ou assado, considere a possibilidade de essa imagem ser falsa, pois, reza o Axioma Número Sete: nada é aquilo que parece ser.

Como complementação a este post, leia o capítulo A história oficial, no livro Quando é Preciso Ser Forte. Você vai ficar perplexo, indignado com o Homo stultus e vai dar muita risada.

Para ler mais, acesse: http://www.metododerose.org/blogdoderose/

 

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